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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Jackson Pollock


Pollock em seu atelie em Long Island
“Nunca se disse o suficiente sobre a destreza de Pollock, sua incrível capacidade de acelerar uma linha afiando-a e desacelerá-la dilatando-a”, foi como o poeta americano Frank O´Hara descreveu o mestre do “gotejamento”

Numero 8
1949

Nascido em 28 de janeiro de 1912 na cidade de Cudy, criado no Arizona e na Califórnia eo estadunidense Paul Jackson Pollock, foi um percussores do expressionismo abstrato. Seu envolvimento com a arte começou em 1928 quando foi estudar arte em Los Angeles.


Pollock e sua esposa

Em sua fase de aprendizagem Pollock foi apresentado para a Sociedade Teosófica, um grupo de estudo religioso focado em fenômenos mediúnicos, Pollock incorporou isso em suas obras.

Convergência
1952

Em Nova York estudou, desenho, pintura e composição, durante na Crise de 29, Pollock trabalhou para Federal Art Project, um programa estatal que promovia o papel do artista na sociedade, os artista participantes tende a se rebelar, devido os princípios regrados do projeto, as obras tinha que ser voltadas para o estilo social-realista uma forma de nacionalismo.

Mastros Azuis: Número 11
1952

Com a Segunda Guerra Mundial houve um grande uma debanda de artistas da Europa para a América então Paris perde o posto de capital da arte. Começa haver varias exposições de artistas europeus em solos americanos.


Pollock tem sua grande guerra pessoal, contra a depressão e o alcoolismos. Em 1937 internou-se por quatro meses em um sanatório. Após essa face no qual teria que aprender viver por todo sua vida, Pollock descobre sua singularidade na arte, incorpora sua pintura com elementos dos modernistas espanhóis Picasso e Miró.

Número 1
1948

Casou-se com a artista Lee Krasner em 1945 e se mudou para LongIsland onde transformou um celeiro em um grande ateliê. Em 1947 Pollock produz suas primeiras obras usando a técnica do gotejamento, dispondo de um grande espaço, Pollock abria a tela sobre o chão, em seguida derramava e gotejava a tinta sobre a tela, Pollock fazia passagens sucessivas por toda a tela, como uma aranha que tece sua teia.


Em 1951 nasce a escola de Nova York, no MoMa a uma exposição de pintura abstrata. O termo expressionismo abstrato surgi na Alemanha para descrever obras de arte não figurativas do expressionismo alemão, um critico americano da revista New Yorker usou o mesmo termo para descrever um grupo de artistas que estava surgindo no cenário de Nova York nos anos 40 á 60, no qual Pollock foi um dos percussores. A forma dos americanos trabalhar era diferente dos alemães mas também buscavam causar o efeito emocional ou expressivo dos alemões.

Embora a obra de Pollock aparentemente vem de um acaso, o artista garante que todo sua pintura é planejada, “Não há nada fortuito”, diz Pollock, “A pintura tem vida própria, mas o produto final depende sempre da vontade do artista”, complementa.


Pollock foi o expoente do expressionismo abstrado, um dos primeiros pintores americanos a ser equiparado em vida aos mestres europeus da arte, apesar de suas obras percorrer o mundo todo em exposições, Pollock nunca sai dos Estados Unidos, morreu em um acidente de carro em 11 de agosto de 1956.


 Pollock (2000)
Filme biografico do artista, dirigido e protagonizado por Ed Harris

domingo, 23 de janeiro de 2011

Hans Hofmann



Hans Hofmann (1880-1966) nasceu na Alemanha, antes de migrar para EUA Hans abriu sua própria escola de arte em Munique, sua escola teve um grande reconhecimento fazendo de Hans ter fama de grande mestre ele que fazia questão de ensina pessoalmente os alunos da escola, alguns o consideram que sua maior atribuição para arte teria sido como professor e não como artista. 


Hans Hofmann
Seus atributos transcendia a arte Hofmann teve um grande conhecimento matemático, chegando a patentear rada de navios, maquinas de somar e outras invenções. Hans também morou em Paris, onde estudou por 10 anos tornou-se amigo de grandes expoentes de sua época como Heri Matisse, Pablo Picasso entre outros mas seu grande companheiro foi Robert Delaunay  no qual teve grande influencias de cor em suas obras. O artista adotou a linguagem da arte abstrata, a abstração indica um desvio de realidade em representação de imagem, em suas palavras "Quando pinto, improviso... Quando ensino, sou responsável por todas as linhas, formas e cores..."




Hans escreveu e defendeu suas próprias teses de composição de cores ao longo de sua vida,  tornando ele ainda mais acadêmico do que artista. Ao chegar nos EUA ele abriu a Escola de Belas-Artes Hans Hofmann, em Manhattan e apos varias exposições aos 78 anos Hans foi reconhecido como um pintor criativo foi quando deixou de lecionar e se dedicou totalmente a pintura.


domingo, 10 de outubro de 2010

Wassily Kandinsky

O Russo  Kandinsky (1866-1944) foi um professor da Bauhaus e introdutor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa, adquiriu a nascionalidade francesa. Nascido em Moscou estudou direito chegando a s formar pela Univercidade de Moscou. Na década de 1911  Kandinsky desenvolve seus primeiros estudos não figurativos, fazendo com que seja considerado o primeiro pintor ocidental a produzir uma tela abstrata. A criação de Kandinsky de trabalhos puramente abstractos seguiu um longo período de intenso desenvolvimento e amadurecimento do pensamento teórico baseado nas suas experiências pessoais artísticas. Chamou a esta devoção como beleza interior, fervor de espírito e uma necessidade funda de desejo espiritual, que foi o aspecto principal da sua arte.
Kandinsky foi igualmente espiritualmente influenciado por Helena Petrovna Blavatasky  (1831-1891) o mais importante exponente da Teosofia (A Teosofia é um corpo de conhecimento que sintetiza Filosofia, Religião e Ciência nos tempos modernos) a teoria teosófica solicitou que a criação é uma proporção geométrica, começando num único ponto. O aspecto criativo das formas é expressado por uma série descendente de 
círculos, triângulos e quadrados.







O Cavaleiro Azul


As pinturas de Kandinsky do período em que fez parte do grupo Der Blaue Reiter ("O cavaleiro Azul") (1911-1914), foram compostas por massas coloridas largas e bastante expressivas, avaliadas independentemente a partir de formas e linhas que já não serviam para delimitá-las. Estas seriam sobrepostas numa forma bastante livre para formar pinturas duma força extraordinária.
A influência da música foi bastante importante no nascimento da arte abstracta, como sendo abstracta por natureza, este não tenta representar o mundo exterior mas antes para expressar, numa maneira imediata, os sentimentos interiores da alma humana. Kandinsky às vezes usava termos musicais para designar o seu trabalho; ele chamou a muitas das suas pinturas espontâneas “Improvisações”, e “Composições” a outras muito mais elaboradas e trabalhadas em comprimento, um termo que ressoou nele como um orador.
Além da pintura Kandinsky desenvolveu a sua opinião como um teórico da arte. De fato, a influência de Kandinsky na história da arte do ocidente talvez resulte mais dos seus trabalhos teóricos do que propriamente das suas pinturas.
Ao mesmo tempo que escrevia “Do espiritual na Arte”, Kandinsky escreveu o Almanaque do Cavaleiro Azul, que serviram tanto como defesa e promoção da arte abstracta, assim como uma prova de que todas as formas de arte eram igualmente capazes de alcançar o nível da espiritualidade. Ele acreditava que a cor podia ser usada numa pintura como uma coisa autónoma e distanciada de uma discrição visual de um objecto ou de uma qualquer forma.
Em constante contato com os artistas da vanguarda, passa a lecionar na Bauhaus até 1933 quando a escola é fechada pelo governo nazista. Muda-se para Paris e aí viveu até o fim de sua vida.



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