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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Diego Beyró - Orgasmos



Capturar as expressões de pessoas no exato momento do orgasmo e transformar essa imagem em arte. Esta é a proposta do argentino Diego Beyró com a série “Orgasmos”. As imagens foram pintadas sobre os lençóis expostas ao ar livre em um varal.




Beyró Diego (Buenos Aires, 1984), estudou Direção de Arte na Escola de Publicidade Criativa. Sua formação em artes é auto-didata.






terça-feira, 11 de setembro de 2012

Dar é dar

Katsushika Hokusai (1760-1849)

Dar é dar.
Fazer amor é lindo,
é sublime,
é encantador,
é esplêndido,
mas dar é bom pra cacete.

Pablo Picasso (1881-1973)
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca,
te chama de nomes que eu não escreveria,
não te vira com delicadeza,
não sente vergonha de ritmos animais.


Gervex Henri (1852-1929)

Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar,
sem querer apresentar pra mãe,
sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.

Gustav Klimt  (1832-1892)

Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral,
te amolece o gingado, te molha o instinto.


Editorial

Dar porque a vida de uma publicitária em começo de carreira é estressante, e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para as mais desavisadas, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazia.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar,
para apresentar pra mãe,
pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que cê acha amor?".
Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda,
muito mais do que
qualquer coisa,
uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa,
cura o mau humor,
ameniza todas as crises e faz você flutuar
o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.





Se você for chata, suas amigas perdoam.
Se você for brava, suas amigas perdoam.
Até se você for magra, as suas amigas perdoam.
Mas... experimente ser amada."

Luís Fernando Veríssimo





sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Namio Harukawa


Namio é um grande artista japonês, nascido na cidade de Osaka em 1947, é um desenhista realista erótico de grande talento.





O artista retrata homens submisso a mulheres voluptuosas, os homens tomo o papel de menores, fracos e indefesos perante as mulheres de grande porte em seus desenhos, algumas vezes os homens são reduzidos a brinquedos para suas volumosas mulheres.





Suas musas normalmente aparente um ar distante alfei ao sofrimento masculino no qual elas empoem, Harukawa tem um culto de seguidores por todo mundo grande parte admiradores da arte sadomasoquista ou Femdom (que é a total dominação feminina na relação sexual).





sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Mark Ryden


Mark Ryden (1963) é um pintor estado-unidense de belas-artes, o trabalho de Ryden é bastante detalhado. Envolve principalmente caricaturas, e uma espantosa combinação de garotinhas, carne, numerologia, simbologia Católica e Budista.



Varia de grandes quadros a óleo a pequenos trabalhos em preto-e-branco no papel. Ryden é influenciado pela arte fantástica, de Alice no país das maravilhas, pelo Surrealismo e trabalhos Renascentistas .




Este tipo de arte, caracterizada por uma releitura do absurdo, do uso profuso de simbolismos e uma ligacao fortissima com a arte popular, demonstrada pela cartoonizacao de muitos elementos.



quarta-feira, 4 de agosto de 2010

David LaChapelle


O fotografo estaduniense nascido em 1969 David LaChapelle é com toda a certeza um dos fotógrafos contemporâneos que mais trabalho dedica à fase da composição. Raramente as suas fotos são espontâneas, e quase sempre têm um elaborado trabalho de composição de cor e equilibrio dos vários elementos por detrás. Por norma, as imagens de David LaChapelle, são extremamente preenchidas, e recheadas de todo o tipo de acessórios e adereços que sirvam a personagem que ele fotografa.




Por muitas vezes celebridade são esses pesonagens, entre todas as personalidades que conseguiram ter o privilégio de ser matéria-prima para a obra de LaChapelle, destacam-se nomes como o do já falecido Tupac Shakur, Madonna, Amanda Lepore, Eminem, Philip Johnson, Lance Armstrong, Pamela Anderson, Lil’ Kim, Uma Thurman, Elizabeth Taylor, David Beckham, Paris Hilton, Leonardo DiCaprio, Hillary Clinton, Muhammad Ali, Britney Spears, Rihanna.



A cor é talvez o elemento mais essencial e mais marcante da fotografia, as suas imagens são ricas na saturação, intensas na luminosidade e constantes no contraste. A pele das suas personagens serve de mote para contrapor com a cor das paredes e objectos que a rodeiam.


LaChapelle tem o invulgar hábito de colocar pessoas deslocadas no tempo e espaço, em situações opostas às do mundo real, ou no mínimo opostas às que nos habituamos a ver. Para isso coloca uma Naomi Campbell nua com um astronauta num vaivém espacial, uma Missy Elliot a tomar o pequeno almoço de luxuoso casaco de peles, duas bailarinas vestidas com um tutu cor-de-rosa numa velha casa destruída, ou Jesus Cristo a receber uma massagem nos pés. No entanto, apesar de só por si a temática ser extremamente sugestiva, o que torna as imagens poderosas é a pose, a compustura, o brilho, e o glamour que nem Jesus Cristo perde.



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